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Publicada em 20 de Dezembro de 2016
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Paraná tem reconhecimento nacional, afirma Alckmin



O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (19), durante a cerimônia de condecoração da Ordem Estadual do Pinheiro, que o Paraná é hoje reconhecido nacionalmente pela situação financeira e fiscal do Governo do Estado. “Graças ao ajuste fiscal feito pelo governador Beto Richa, o Paraná pode ostentar hoje uma das melhores situações entre os estados brasileiros, em meio à grave crise econômica que o Brasil enfrenta”, disse Alckmin. “O Paraná tem cumprido o seu destino de ser protagonista do processo de retomada do crescimento brasileiro. O governador Beto Richa entendeu que sem medidas amargas não há solução para crise dos estados. O saneamento das contas estaduais colocou o Paraná em destaque”, defendeu. A comenda, criada em 1972, é um símbolo do reconhecimento do Estado ao trabalho dos homenageados. “É uma grande honra receber essa importante homenagem. O Paraná e São Paulo são estados irmãos que têm um espírito empreendedor, dedica- ção ao trabalho e vocação para superar obstáculo”, afirmou Alckmin. DESEMPENHO O governador paulista falou do momento econômico paranaense e lembrou que o Paraná tem a terceira melhor indústria de transformação, a terceira menor taxa de pobreza e a quinta menor taxa de desemprego. “Os investimentos feitos pelo Estado em educação e infraestrutura aumentam a competitividade e alavancam o maior ciclo de industrialização elevando a fama do Paraná”, declarou. Alckmin citou, ainda, levantamentos internacionais que mostram que o Paraná tem o maior potencial de investimentos do Brasil, a melhor estratégica para investimentos estrangeiros e é o segundo estado no ranking de competitividade. Ele fez menção ainda ao ex-governador José Richa. “Uma grande liderança pública nacional que contribuiu para a democracia brasileira”, afirmou. O governador Beto Richa afirmou que Geraldo Alckmin representa a união do Fábio Campan Fábio Campana Política, Cultura & o Poder por trás dos Panos Beto reassume Beto Richa reassumiu o cargo de governador. Voltou retemperado para enfrentar os próximos 40 dias que serão tumultuados pelas eleições municipais. Richa tem candidato próprio ou em aliança em todos os municípios do Paraná. Leis, leis demais Além de Estado demais, temos lei demais. Nestas elei- ções municipais de agora, haverá um aumento assustador no número de candidatos a vereador. Porque ser político com mandato é bom demais para quem sonha enriquecer rapidamente e não confia na sorte para acertar os números da loteria. Ter um mandato eletivo neste Brasil brasileiro pode ser melhor negócio que ganhar na loteria. Temos um deputado nativo que ganhou seis vezes na loteria, nem por isso abandona o mandato. Pra que? Para que Curitiba precisa ter 36 vereadores? Por que a Assembléia Legislativa precisa ter 54 deputados? Por que raios a Câmara Federal tem que ter 513 deputados? Sou um ser político. Acredito em política. Acredito profundamente na importância do equilíbrio entre os três Poderes. Acredito profundamente na importância do Parlamento. Mas tá ficando difícil. CPI investiga Sem saber, países como Noruega e Alemanha podem ter financiado invasões de terras por organizações como MST, com suas doações milionárias ao Fundo Amazônia. A suspeita é da CPI da Funai/Incra, que enfrenta dificuldades para investigar o papel de ONGs na violência no campo. Pela primeira vez, uma liminar do STF proíbe uma CPI de examinar quebras de sigilo de ONGs que devem ter muito a esconder. Invasão disfarçada ONGs investigadas são pagas com dinheiro do Fundo Amazônia para promover “Retomada de Áreas Tradicionais”, disfarce de invasão. Somente a Noruega fez doa- ções 1,02 bilhão de dólares, equivalentes a R$3,3 bilhões ao Fundo Amazônia, que é administrado pelo BNDES. Seu dinheirinho Apenas um dos projetos financiados pelo Fundo Amazônia rendeu à ONG ISA (Instituto Socioambiental), por exemplo, R$ 11,7 milhões.Um projeto para “apoiar o fortalecimento das cadeias de valor da sociobiodiversidade”, seja lá o que signifique, rendeu R$8,02 milhões. Virou quartel A pretexto da segurança do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e familiares, a Casa Militar do governo do Distrito Federal se transformou em um verdadeiro quartel da Polícia Militar dentro do Palácio do Buriti. “Batalhão” maior que os de cidades como Ceilândia e São Sebastião. Os 387 funcionários da Casa Militar, na maioria policiais militares, fazem falta nas ruas de Brasília, onde criminalidade só faz crescer. Desperdício O gabinete do vice-governador do DF, que não muito o que fazer, concentra 50 policiais militares, além de um pequeno exército de civis. Para proteger os 100 mil moradores de São Sebastião, no DF, a PM dispõe de número semelhante de policiais no gabinete do governador. Subutilização Além de fazerem serviços de segurança, policiais são empregados em tarefas como motorista, estafeta, carregador de pastas etc. Em entrevista ao programa “Minha Brasília”, em que Daniel Zuko faz entrevistas enquanto dirige seu carro, o mineiro Carlinhos Vidente cravou: Dilma cai, Lula vai preso e Michel Temer renunciará. Expulsão apoiada Pesquisa do portal Diário do Poder mostra que 74% dos seus leitores apoiam a expulsão da senadora Kátia Abreu do PMDB. Apenas 6% são contrários ao desligamento da ex-ministra de Dilma. Faltou aritmética Lula disse à BBC que “dificilmente” outro país fará uma Olimpíada como a do Brasil. Isso porque foi “100% paixão, 100% alma e 100% razão”. Deve ter sido a fórmula do petrolão também. “Visivelmente, eu errei na escolha do meu vice-presidente.” Dilma Rousseff, em entrevista a agências estrangeiras. “Disseram que era impossível e a gente foi lá e fez.” FRASES Bernardinho, técnico da seleção brasileira de vôlei. TEM POLÍTICO DEMAIS Precisa-se de um Príncipe de Salina para acordar os políticos. É urgente. Eles chegaram ao fundo da cloaca. É preciso que mudem alguma coisa se querem sobreviver e preservar privilégios. Os brasileiros perderam a paciência e já não engolem o sistema, os métodos e, principalmente,os vícios. Olha o caos. O Brasil tem mais de 30 partidos, dos quais pelos menos uns 20 são apenas legendas de aluguel, sem ideologia, sem idéias, sem programas. Não servem para nada, a não ser para proveito dos próprios donos desses partidos. Tem Estado demais – e quer saber? Tem político demais. Tem deputado federal demais, tem deputado estadual demais, tem vereador demais. E como tem demais, eles criam leis imbecis, como a lei municipal que exige que toda porta de elevador tenha uma plaquinha a exigir que antes de entrar no elevador o cidadão deve verificar se ele está parado no seu andar. “Essa não é uma questão pessoal, não é uma questão sequer partidária, mas é uma questão do país. O país precisa que esse governo dê certo. ” José Serra, após a recondução de Aécio Neves a presidência nacional do PSDB. “O PSDB não pode abrir mão de disputar com candidato próprio o governo de São Paulo. “ José Serra, Ministro das Relações Exteriores Samek não é candidato O presidente da Itaipu Binacional disse que é “chance zero” ele se candidatar a prefeito de Foz do Iguaçu. Sempre apontado como nome forte em qualquer disputa na cidade, Samek disse que largou da atividade política. “Eu definitivamente não disputo mais nenhum cargo eletivo na minha vida”. Requião no jogo O senador Roberto Requião, presidente estadual do PMDB, vai à Foz do Iguaçu para conversar com as lideranças do partido e definir o candidato peemedebista na eleição de prefeito que deve ocorrer no primeiro semestre de 2017. No trecho O ex-senador Osmar Dias (PDT) afirmou que já colocou seu nome para a disputa do governo em 2018. Vai percorrer o Paraná e avaliar as pesquisas no próximo ano. Paraná faz a diferença Geraldo Alckmin afirmou ontem, em Curitiba, que São Paulo e Paraná fazem a diferença e trabalham juntos para tirar o País da crise econômica. “Graças ao ajuste fiscal feito pelo governador Beto Richa, o Paraná pode ostentar hoje uma das melhores situações entre os estados brasileiros, em meio a grave crise econômica que o Brasil enfrenta”, disse. Osmar fotógrafo Os políticos nativos não só querem ser fotografados ao lado de Osmar Dias, agora pedem para que ele os fotografe. Na entrega das comendas da Ordem de Pinheiro, ontem, em Curitiba, Osmar (PDT), um dos homenageados, fotografou o governador Beto Richa (PSDB). Ao lado de Richa, o presidente da Assembleia, Ademar Traiano, dono da ideia e do pedido. Noroeste cresce Nos últimos anos, conforme atesta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), está em curso no Paraná um processo de desconcentração da riqueza da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O entorno da capital perdeu 10,6% de participação no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de 2010 a 2014. Mas o aumento de participação do interior não tem sido homogêneo. Algumas das menores mesorregiões têm aproveitado melhor esse momento. É o caso do Noroeste, que inclui municípios como Umuarama, Paranavaí e Cianorte. Lula, 4ª vez na Lava Jato O juiz federal Sérgio Moro aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-presidente Lula (PT) e mais oito pessoas na Operação Lava Jato. Com isso, eles se tornam réus no processo. A denúncia apresentada à Justiça Federal do Paraná nesta quarta-feira (15) e envolve a compra de um terreno para a construção da nova sede do Instituto Lula e um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo De vazamento em vazamento O vazamento a conta-gotas do conteúdo das dela- ções de executivos da Odebrecht, acerca de pagamentos feitos a mais de uma centena de políticos de vários partidos, só se presta a acelerar a desmoralização do Congresso. É preciso uma boa dose de ingenuidade para não ver aí uma ação deliberada, com vista a emparedar o mundo político, intimidando aqueles que porventura questionem promotores e magistrados, seja por seus salários e benefícios, seja por sua atitude messiânica. A estrela sobe A putrefação do PT, a decadência do PMDB de Requião, o não surgimento de um sucessor de Beto Richa dentro do PSDB e a inconsistência do voto midiático do conglomerado PSD/PSC de Ratinho Júnior ajudam a entender a posição hegemônica de Osmar Dias, do PDT, na disputa do governo do Paraná em 2018. Mas esses fatores explicam apenas em parte o sucesso de Osmar Dias. Ele está em vantagem porque corresponde, como candidato, à expectativa dos eleitores. Para se eleger governador, dizem as pesquisas qualitativas, o candidato terá que demonstrar real conhecimento da economia do Estado, da potencialidade de sua gente e um projeto sólido de governo para ser convincente. Discurso populista ou retó- rica de animador de programa de auditório já não bastam para enganar o público e fazer eleitores. Todos os políticos nativos, do alto ao baixíssimo clero, entenderam isso e buscam a sua sobrevivência procurando ingressar nas hostes de Osmar Dias. Daí essa correria de deputados, dirigentes partidários, prefeitos, vereadores e assemelhados a oferecer seus préstimos. Buscam casamentos de conveniência com o homem que é a bola da vez. Osmar Dias, cauteloso, adiou decisões para o ano que vem, se possível para depois do Dia do Trabalho, 1º de maio, que antes muita coisa pode rolar sob a ponte da Lava Jato, nas reformas políticas, na vida da República. Paraná com São Paulo. “Um grande gestor público, que tem contribuído para o desenvolvimento e crescimento do Brasil”, afirmou. Richa falou, ainda, sobre a situação econômica nacional. “Com o ajuste fiscal, conseguimos proteger o Paraná da séria e aguda crise”, afirmou.



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